Conhea a CARONA INTERATIVA!

Um blog sobre viagens, turismo e aventura, que irá promover a prática da carona e resgatar o humanismo entre as pessoas



Escrito por Jeferson Jess �s 15h29
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DE MUDANA! Novo blog no ar

Galera, convido todos a conhecerem a nova casa da Expedição. O projeto mudou de nome e ganhou novos conceitos. Agora são vocês que irão construir essa história. Muita coisa ainda precisa ser feita. Mas o espaço já está aberto para comentar e sugerir o que melhorar. Agradeço a todos que um dia passaram por aqui. Com certeza a presença de vocês foi o grande motivador para o sucesso da Expedição. Por favor, atualizem seus favoritos e bookmarks. Sejam bem-vindos a Carona Interativa! 

www.caronainterativa.com.br



Escrito por Jeferson Jess �s 13h44
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Britnico tenta viver um ano sem gastar ou receber dinheiro

 

Um economista britnico comeou neste sbado um experimento social para tentar passar um ano sem gastar ou ganhar dinheiro. Mark Boley, de 29 anos, faz parte de uma espcie de movimento conhecido na Gr-Bretanha como "Freeconomist".

 

Durante os prximos doze meses, ele pretende morar em um trailer emprestado em uma floresta nas proximidades da cidade de Bristol, no oeste da Inglaterra. O trailer equipado com um painel solar e um fogo lenha e o banheiro ser um buraco no cho.

 

"Quero ver como a vida sem ganhar dinheiro na civilizao ocidental", diz Boley, que diz estar cansado do "destrutivo sistema capitalista" e acredita que pode fornecer seu conhecimento para conseguir o que precisar sem receber dinheiro em troca.

 

Para garantir a alimentao, Boley vai depender da comida que conseguir encontrar ou plantar, alm de doaes.  "Tenho me preparado bastante nos ltimos dois meses, mas o desafio vai ser em relao s coisas para as quais no posso planejar - um brao quebrado, exausto ou, no pior dos casos, luto na famlia", disse o britnico.

 

Boley j tentou fazer um outro experimento, de andar at a ndia sem gastar dinheiro, mas a tentativa terminou em Calais, na Frana, onde no conseguiu explicar o projeto no idioma do pas e teve de voltar para Bristol.

 

Fonte: BBC

 



Escrito por Jeferson Jess �s 13h06
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Domingueira em Campo Magro

 

Domingo de Sol em Curitiba. Ultimamente estou acordando alm do meio dia nos finais de semana. Fruto de porres cada vez maiores e das baladas insossas que ando me envolvendo. Metade do dia perdido e eu nem conseguia olhar pra uma lata de cerveja. Pensei em andar de bike, mas com meu preparo fsico debilitado e a Caloi sem freio, preferi no arriscar. Precisava de algo mais tranqilo, purificador e espiritual. Um ch preto talvez. Minhas opes eram confusas e estranhas. Precisava sair de casa. Estava quase indo ver que tipo de ritual rolava na igreja Bola de Neve, mas preferi algo mais prximo da natureza. Peguei o carro e segui em direo a Campo Magro, regio metropolitana de Curitiba, com inteno de ir at o distrito de Bateias, onde diz a lenda existir uma filial do Saint Daime no Paran. No tinha pretenses de tomar o ch mgico nesse dia, queria mesmo era participar de alguma reunio e conversar com os padrinhos da tradicional seita.

 

 

Campo Magro uma cidadezinha rural que nem parece estar to prximo da capital. A regio possui um terreno muito irregular e montanhoso, protegida boa parte por ser rea de manancial que forma a represa do Passana, evitando assim que os loteamentos suburbanos dominassem a cidade. Sem grandes atrativos, passei reto pelo centro num piscar de olhos at identificar uma placa convidando o motorista para conhecer a Rota do Turismo Rural. Fui convencido pelo asfalto inicial da Rota, que durou mseros 500 metros. Sobrou pro meu Celtinha que levantava poeira sem eu ter a mnima idia onde a estrada poderia me levar.

 

Toda curiosidade tem suas recompensas. Meu prmio foi uma placa cinco quilmetros adiante, indicando a direo e existncia de umas misteriosas Cachoeiras Gmeas. Ao fundo da paisagem campeira, chamava ateno o majestoso Morro da Palha, local predileto de decolagem para os amantes do vo livre. O tempo aberto sem nuvens j permitia visualizar umas pequenas pipas ao redor do monte. A essa altura j tinha desistido de visitar a vila de Bateias e a galera mstica do Daime. Mesmo sem grandes expectativas, decidi desvendar as cachoeiras, subir at o cume do Morro da Palha e quem sabe: saltar!

 

 

Mais trs quilmetros de cho, ressurge a placa derradeira sinalizando o local das cachus a poucos metros. Na chegada, alguns carros farofas no estacionamento, mas ningum capaz de me dizer se a trilha de acesso era extensa ou pesada. Infiltrei-me na desconhecida picada at encontrar uma placa surpreendente: Cachoeiras Gmeas (105 metros) e Cascata do Macaco (90 metros). Imaginei-me debaixo de cachoeiras gigantes no meio de cnions profundos e exuberantes. Mas ao conferir primeiramente a Cascata do Macaco, no consegui ver mais que 15 metros. Como era cascata, outra parte dela devia estar mais acima, escondida na minha linha de viso. Parti para as Gmeas e l percebi que os metros anunciados eram a distncia at as cachus e no a altura delas.

 

 

Despedi-me da farofada e pisei fundo at o Morro da Palha, com a inteno de chegar ao topo antes do pr-do-sol. J no comeo da pirambeira, notei que meu Celtinha no era apropriado para encarar os atoleiros da estrada. Abandonei a barca e fui a p, desanimado com a situao. Logo em seguida vi uma Pajeiro encalhada com as duas rodas laterais dentro de uma vala. O motorista tiozo de prdio mal sabia ligar a trao nas quatros rodas, o que explicou a cagada do dia. Fiquei de bituca ali perto esperando uma improvvel carona, pois a subida era grande e penosa. A sorte veio rapidamente com um jipo antigo lotado de gente. No quis nem saber e me espremi com a galera no banco de trs at uma certa altura, quando o jipe resolveu voltar. S me restou botar sebo nas canelas e em 20 minutinhos de pernada alcanar o topo do Morro da Palha, com seus 1.190 metros.

 

 

L conheci o Paulinho, que trocou a vida na cidade para morar prximo ao p do Morro, dedicando-se a sua paixo: o vo livre. O barato dele era pousar no jardim de casa, mas nesse dia ele iria descer ao lado do bar e comemorar com os amigos em terra. Muita gente observando tambm a formatura da Ana Clara, pronta para realizar seu primeiro vo solo. Aps um pacote inicial por causa da fora do vento, ela ergueu o velame corretamente e seguiu direto para rea de pouso. J os outros pilotos faziam questo de ficar ao redor do Morro, aproveitando o vento rebatido para cima e curtindo um belo pr-do-sol. S no saltei porque no havia equipamento para vo duplo no dia, sem falar que o instrutor responsvel tava mais louco que o Lobo!

 



Escrito por Jeferson Jess �s 00h37
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Poesia de acostamento

 

Carona...
a mochila nas costas
a falta de grana
procurar quem se ama
encontrar os amigos
o polegar estendido
ter rumo indefinido
ver lugares novos
estar perdido
confiar no destino
esperar o desconhecido
no saber ao certo
precisar de ajuda
E no ter ningum por perto...

Carona...
ver os carros passando
saber esperar
ver a luz de freio acender
E ter a certeza de que vai chegar...

Carona...
o medo da noite e da chuva
o prazer da aventura
o medo da morte
acreditar em Deus e na sorte...

Carona...
um posto, um quebra-molas
Um trevo, uma encruzilhada
Uma curva, uma parada
Uma carroa, uma bicicleta, um andante
Uma lanchonete, um restaurante
So os carreteiros amigos
E a placa de papelo
Um carro, uma moto, um caminho
um marco em meu corao,
Um abrao, um aperto de mo...

Carona...
a alegria de viver
ver algum que espera sem saber
estar em paz consigo
se tornar amigo repentino
ser um estudante gaudrio
carregar um mistrio
ser bandido e perigo
minha alma Paran
ter histrias pra contar,
Lembranas pra chorar
E pessoas pra amar...

Carona...
uma lembrana criana
no perder a esperana
a polcia rodoviria
uma paixo solitria
So sonhos e acidentes
Coincidncias e pesadelos
So os tempos meninos
De ajudar sem interrogar
De conversar sem motivos...

Carona...
sentir saudades
fazer amizades
ter a esperana de rever algum dia
caminhar pelas rodovias
estar s
estar livre
ver o mar
querer ajudar
rir e chorar
So sentimentos extremos
Estranhos pra se explicar...

 

( Alexandro Pedrotti )

 



Escrito por Jeferson Jess �s 21h37
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Nas trilhas e trilhos do Caminho de Itupava

Sbado passado, encontrei-me com mais dois amigos, Krause e Delano, para encaramos a histrica trilha de Itupava, centenrio caminho calado com pedras por escravos, aberto para ligar Curitiba a Morretes entre 1625 e 1654. Durante mais de trs sculos os caminhos coloniais foram a nica passagem da costa para o planalto, dando posteriormente origem s rodovias e ferrovia, que possibilitaram o desenvolvimento do Estado do Paran.

 

No meio da caminhada cruzamos com os trilhos da ALL, chance ideal para abandonarmos a trilha em busca de algo mais radical e ousado: uma carona no trem, ou melhor, por cima dele, no melhor estilo Indiana Jones. Abaixo, no vdeo, um pequeno trecho sintetiza a aventura e a beleza do trajeto. No final, uma singela mensagem aos companheiros que desistiram dessa trip por qualquer motivo. Aumente o som e confira mais essa carona no currculo da galera!

 



Escrito por Jeferson Jess �s 00h43
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Carona solidria nos EUA

 

O nmero de "lesmas" est crescendo nos subrbios de Washington. esse o nome dado queles que pegam carona entre a casa e o trabalho para economizar na conduo. O que o motorista que d carona leva em troca? Pode usar uma das pistas consideradas por l de "alta ocupao", exclusivas para veculos com duas ou mais pessoas a bordo.

Essas pistas (conhecidas como HOV, high occupancy vehicle) existem em todas as grandes rodovias dos Estados Unidos. Adiantam a vida daqueles que viajam com um ou mais passageiros a bordo. So especialmente teis em regies como a de Washington, onde os congestionamentos so constantes.

Como a grande maioria viaja sozinha, as pistas HOV ficam quase sempre vazias. No horrio de pico, o uso delas pode economizar at meia hora em uma viagem de uma hora e meia entre a casa e o trabalho. Foi da necessidade de alguns motoristas de encontrar caronas que surgiram os "slugs", ou "lesmas". Em geral os motoristas que pretendem conseguir ao menos um passageiro se dirigem a terminais de metr ou de trens de subrbio, onde encontram filas de quem pretende viajar de carona.

O que o "slug" ganha em troca? Uma boa economia em gasolina ou no dinheiro da passagem. Grosseiramente essa economia de 10 dlares por dia. Como tudo nos Estados Unidos, a relao entre motorista e "slug" obedece a algumas regras. O carona no deve mexer no rdio, nas janelas, nem falar no celular. Para evitar intimidade, ningum se apresenta formalmente. Os caronas devem evitar assuntos polmicos: esportes, religio e poltica, por exemplo.

Como se trata de uma atividade informal, no existem estatsticas a respeito. Mas quem usa o "servio" diz que as filas cresceram nas ltimas semanas, desde que o preo da gasolina nos Estados Unidos ultrapassou o equivalente a R$ 1,70 o litro. Tudo indica que h futuro para essas viagens compartilhadas por estranhos. E no Brasil, ser que a idia vingaria?

 

Texto adaptado do Portal Grito



Escrito por Jeferson Jess �s 15h40
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Objetivo da Expedi��o
Contornar todo o litoral da Am�rica Latina utilizando apenas a carona! Uma aventura que vai promover a pr�tica deste transporte alternativo e resgatar o humanismo entre as pessoas.


Pr�xima etapa
Data ainda indefinida (depende de apoios e parcerias). Sa�da de Curitiba, contornando todo o cone sul at� alcan�ar a cidade de Santiago, no Chile.


Meu perfil
Jornalista e arquiteto de informa��o, 25 anos, ainda morando em Curitiba, Brasil. (ver portf�lio)


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