Terra das cachoeiras gigantes

Salto Barão do Rio Branco
Prudentópolis pode ser considerada a cidade de maior potencial turístico do Paraná. Por trás das plantações de feijão, milho e fumo que dominam a paisagem rural do município, surgem surpreendentes cânions com mais de 50 quedas d’águas espalhadas pela região, 10 delas acima dos 100 metros de altura. É a terra das cachoeiras gigantes. O Salto São Francisco, por exemplo, é o mais alto do sul do Brasil, com 196 metros.
Não bastassem as imponentes cachoeiras, Prudentópolis reserva uma rica história, legada por tradições e costumes que são facilmente encontrados em seu povo, transformando o lugarejo num lugar único e especial. Quase 75% da população é formada por descendentes de ucranianos, que fazem questão de manter viva e presente a cultura de seus antepassados.

Salto São Sebastião
A ausência de um transporte público regular em direção as cachoeiras obriga o visitante a ir de carro pelas estradas de chão ou pagar pelo translado das poucas agências da cidade. Se tiver tempo de sobra, a opção mais indicada é tentar a sorte nas caronas, que são fáceis de conseguir. A atração mais próxima do centro (4 km asfalto – 8 km chão) é o Salto Barão do Rio Branco, ao lado do Recanto Rickli. O volumoso Rio dos Patos cai de uma altura de 64 metros, formando um belíssimo visual. É possível chegar à base do salto através de uma escadaria com 478 degraus. Nos finais de semana mais quentes, o crowd é geral.
Outra queda com grande visitação é o Salto São João ( 7km asfalto – 15 km chão). São 84 metros de altura, localizado numa área de grande beleza cênica. No caminho fica o Recanto Cassiano, parada obrigatória dos nativos que costumam devorar um frango assado aos domingos. Para fugir da muvuca e ver as quedas mais espetaculares é necessário comer poeira nas estradas rurais de Prudentópolis.

Salto São Francisco
Um pico imperdível é a região dos Saltos São Sebastião e Mlot (14km asfalto – 15 km chão). São duas cachoeiras bem peculiares, com cerca de 120 metros cada uma, despencando no mesmo cânion, uma em frente à outra. Lá em baixo da garganta, o cenário impressiona com a água caindo dos dois lados do paredão. Local procurado para a prática de rapel e propício à prática de canyoning.
Cartão-postal do município, o Salto São Francisco demanda um dia inteiro do visitante para contemplar toda sua magnitude (14 km asfalto – 36 km chão). Os últimos 15 km do percurso se tornam precários, não sendo aconselhável para veículos baixos. Outra opção é seguir até Guarapuava e pegar o caminho sentido Ibema, com boa parte do trecho asfaltado. Independente do trajeto, vale a pena conferir essa deslumbrante cachoeira e descer até sua base através de uma íngreme ladeira, subindo depois o leito do rio. A energia do cânion e da natureza transcende qualquer tipo de esforço.
É impossível conhecer todas as maiores quedas em poucos dias. Saltos como da Jacutinga, dos Gêmeos e Papagaios possuem acesso difícil, sendo necessário encarar trilhas longas e perigosas, reservada aos turistas mais aventureiros. Destinos já traçados para uma próxima visita a Prudentópolis!
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Escrito por Jeferson Jess �s 20h37
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Caronas pela Internet
Surgiu na rede mais uma ferramenta para pedir e oferecer caronas. O “D Carona” possui uma interface simples, preparada para receber um grande número de usuários. Como a quantidade de cadastros ainda é baixa, ignore o sistema de busca por cidades e clique na aba “Viagens”, visualizando assim todas as viagens ativas, com ou sem motorista.
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Escrito por Jeferson Jess �s 10h42
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Jornalistas em cena: desfalecidos

Segue abaixo uma parte do texto de Julio Borges, crítico cultural que não perde a chance de relatar o estado moribundo da profissão jornalista em suas crônicas. É quase a história do repórter Cazé, profetizada ainda na faculdade num filme chocante, que mostrava o lado extremo dessa escolha. Uma situação cada vez mais constante e sem volta.
"Jornalistas caminham cabisbaixos pelas redações como animais ameaçados de extinção. Enxovalhados por todos, desde seus empregadores até internautas de plantão, desde a opinião pública até a ranhetice dos media watchers, os jornalistas nunca estiveram tão por baixo quanto hoje. Veteranos aconselham calouros a mudar, enquanto é tempo, de profissão; a imprensa-impressa luta contra suas variantes gratuitas (e contra o tsunami de repórteres-cidadãos); grupos de mídia, nesse cenário, ou “travam” ou colocam todas as suas fichas em iniciativas de resultado nulo. A escolha se dá entre salários anualmente achatados, combinados a jornadas sobre-humanas, e desemprego, temperado com um sem-número de bicos que, se somados, não produzem uma remuneração digna desse nome..."
Leia mais no Digestivo Cultural
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Escrito por Jeferson Jess �s 19h42
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Novidades no blog

A Expedição Carona Estrangeira faz parte agora da família Click Best, um portal de entretenimento voltado ao público jovem. Seus principais canais de conteúdo ficarão sempre a disposição do visitante, no topo das páginas do blog.
Outra mudança foi a troca do feed padrão do UOL, que fornecia apenas os títulos dos posts, por um feed completo produzido pela ferramenta Feed43. Cortesia do amigo Fábio “Caryorker”.
No mais, obrigado a todos pela audiência. Outras novidades em breve. Abraços!
Escrito por Jeferson Jess �s 15h03
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Maranhão do Sul?
Se depender do senador José Sarney e de seus aliados, o Brasil terá mais um Estado: o Maranhão do Sul, cuja capital será a cidade de Imperatriz. A Comissão de Constituição e Justiça do Senado aprovou dia 14 a realização de plebiscito para que o eleitorado do Estado opine sobre a divisão de seu território.
Entre os 49 municípios que fariam parte do Maranhão do Sul está "Governador Edison Lobão", em homenagem ao autor da proposta, o senador Edison Lobão (PFL-MA). Com 150 mil km2, o novo Estado abocanharia quase a metade da área do Maranhão e seria o quinto maior Estado nordestino.
"Tenho dito que, quando temos um filho e esse filho deseja a independência, não devemos impedi-lo", disse o Sarney sobre a proposta.
Como escreveu Fernando Canzian em sua coluna, só entre os 5.565 municípios brasileiros já são gastos por ano cerca de R$ 10 bilhões para manter atividades consideradas puramente "políticas". Em muitos casos, salários de prefeitos e vereadores só são suportáveis porque as cidades recebem repasses da União. Não há "independência", só trouxas aqui pagando a conta.
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Escrito por Jeferson Jess �s 13h06
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